Conteúdos teóricos e práticos da disciplina de comunicação gráfica audiovisual - CGA - CMRPP

quarta-feira, 3 de março de 2010

Resoluçao e Sensibilidade :

Um sensor de imagem digital, agindo como a retina dos olhos, capta a luminosidade das imagens que são projectadas sobre ele continuamente e dá início ao processo de captura de uma instância ou de uma sequência de instâncias da imagem consecutivamente.
Para captação de imagem a cores, é comum câmeras de vídeo usarem três sensores (sistema 3CCD), cada sensor com um filtro de uma tripla de filtros tricrômicos sobre ele, sendo que câmeras fotográficas geralmente contam com um único sensor de imagem que agrupa seus photosites sob um mosaico de filtros de luminosidade e de cor.

SENSIBILIDADE DAS CORES:

Imagens a cores podem ser obtidas com câmeras monocromáticas de sensor único aplicando filtros tricrômicos à objectiva desde que os mesmos filtros sejam aplicados na projecção de cada uma das fotografias. As imagens monocromáticas quando super postas representarão a imagem a cores.Sensores de imagens não são sensíveis apenas à luz visível, são sensíveis também a raios ultravioletas e infravermelhos. Esta característica é controlada tendo por paradigma a sensibilidade espectral de um observador humano padrão.Os filtros separadores de cor são aplicados integralmente em sistemas com três sensores de imagens ou, em sistemas com sensor único, são aplicados sobre o sensor na forma de um mosaico de filtros, comumente o filtro de Bayer.

RESOLUÇÃO DAS CORES:

ma dos aspectos mais observados nas câmeras digitais é a sua capacidade de definição. Quanto maior o número de píxels no seu sensor de imagem, maior a definição da imagem produzida. A distribuição horizontal e vertical desses píxels geralmente é a mesma, tendo como constante o dpi (dots per inch) que é a medida de sua resolução ou de sua capacidade resolutiva. Uma resolução padronizada para saída de imagens em formato JPEG é 72 dpi.

CCD/CMOS




Tal como nas câmaras convencionais, a câmara digital contém uma série de lentes, que conduzem a luz para o sensor. Mas em vez de expor um filme fotográfico, utiliza um aparelho semicondutor, que regista a luz electricamente através de uma gradação em volts, medindo a descarga eléctrica gerada pela luz. O micro-computador então transforma essa informação eléctrica e analógica em dados digitais, no caso de utilização de sensores CCD, tratando-se de uma CMOS, como veremos a seguir, a captação da imagem já é feita electronicamente, de forma digital, poupando assim o tamanho e o preço deste tipo de sensor e facilitando sua transformação em imagem.

Existem dois tipos de sensores de imagem que convertem a luz em cargas eléctricas, são eles:

1. CCD - charge coupled device
2. CMOS - complementary metal oxide semiconductor

* O CCD – transporta a carga pelo chip e lê o valor na esquina da linha. Um conversor analógico-para-digital então troca o valor do pixel para o valor digital, pela medição da quantidade de carga em cada célula.
* O CMOS usam vários transistores para cada pixel para amplificar e mover a carga usando os tradicionais fios. O sinal já é digital por isso não necessita do conversor analógico-digital.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Tipos de cartão de memoria:

Temos vários tipos de cartoes de memoria como por exemplo:
*Smart Media
*Compact Flash
*Memory Stick
*XD-Picture Card
*MMC (até 2GB)
*SD (até 4GB)
*SDHC (até 32GB)
*SDXC (até 2048GB)


O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico.É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objectiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material foto-sensível.O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 44, 64 etc, sendo que, quanto menor for o número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar e, quanto maior o número f, menor a quantidade de luz que passará pelo diafragma.

Obturador:





É um dispositivo mecânico que controla a quantidade de luz que incide no sensor através de uma "cortina". Ao accionarmos o disparador, o obturador permite que a luz passe e seja captada pelo sensor digital ou pelo filme, por um tempo ajustável. Quanto maior o tempo, mais luz alcançará o elemento sensível.

Visor:




É a parte da câmera que nos permite ver o que vamos fotografar, e varia segundo o tipo de câmera. Se falamos de uma SLR, o visor é uma pequena janela na qual, através de uma série de lentes e espelhos colocados estrategicamente, pode-se ver a cena exactamente como ela será fotografada, pois os raios de luz são provenientes directamente da objectiva. Em câmeras amadoras, e em algumas SLR, há o modo LiveView, no qual o sensor é responsável por capturar a cena e nos mostrar, em tempo real, a imagem no LCD da câmera.

Objectivas:

Objectiva é o elemento óptico que foca a luz da imagem no material sensível de uma camêra fotográfica. As objectivas podem estar embutidas no corpo da câmara. A objectiva permite controlar a intensidade da luz que a atravessa através do diafragma, permitindo maiores ou menores exposições à luz. A distância focal de uma objectiva indica o seu grau de ampliação da imagem e o seu ângulo de visão. Uma objectiva de 50mm, diz-se uma objectiva normal e corresponde aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano.

Camêra Fotográfica:

Uma camêra fotográfica e um dispositivo usado para capturar imagens, uma só ou em sequência, com ou sem som. O seu nome camêra escuro e derivada do latim câmara obscura. O seu formato peculiar, deriva se das antigas observações de Leonardo Da Vinci tido ate hoje como o primeiro a descrever os princípios da camêra escura.

Pinhole




Uma camera fotográfica pinhole e uma máquina fotográfica sem lente. É usada para referir a fotografia estenopeica. Este tipo de fotografia e uma pratica “económica” pois utiliza uma qualquer caixa em que a luz não entre.
A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma camêra escura. De um pequeno buraco onde a luz e captada para dentro da camêra e sofrendo um movimento de inversão, a parede oposta ao orifício ao contrario.
O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz para cobrir e descobrir o furo. As câmeras pinhole requerem um tempo maior de exposição do que as câmeras convencionais devido à pequena abertura.

Estenopeica:

A estenopeica e um pequeno furo responsável pela intercepção do trajecto da luz reflectida por um qualquer objecto, resultando da formação de uma imagem invertida sobre uma superfície que se lhe opõe.
Para lá da característica de não utilizar sistema óptico, é deveras interessante, pois resulta da adaptação de uma qualquer caixa ou lata com o interior enegrecido e que utilizando qualquer emulsão permite a obtenção de uma imagem com uma expressão muito própria.
Deve o seu incremento e maior divulgação ao espaço cibernético e no qual muitas páginas podem ser encontradas.


Camêra Escura:

Chama se camera escura a um tipo de aparelho óptico baseado no principio do mesmo nome. O seu desenvolvimento no século dezanove conduziu á fotografia; ainda hoje os dispositivos fotográficos têm como nome câmaras.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Criação de Imagens Gráficas de um CD de Música

CD de Música: BRUCE SPRINGSTEEN
Titulo: GREATEST HITS



Capa da frente e sub-capa; para a capa da frente utilizei uma imagem já bastante conhecido do cantor Bruce Springsteen onde retirei a bandeira americana de fundo; na sub-capa utilizei um vector.



Capa de trás; na capa de trás utilizei mais uma vez uma imagem de um dos álbuns do Bruce Springsteen alterando também o fundo.



Imagem do CD; no CD utilizei uma imagem de um publico que estava num concerto onde modifiquei a cor, mudando para preto e branco.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Criação de um logótipo 3D:




(CGA-ESMGA)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Teoria de Gestalt:

A psicologia da Gestalt em trabalhos das décadas de 1930 e 1940 levantou muitas das hipóteses que são estudadas pelos cientistas da visão actualmente.

As leis de organização da Gestalt têm guiado os estudos sobre como as pessoas percebem componentes visuais como padrões organizados ou conjuntos, ao invés de suas partes componentes. Gestalt é uma palavra alemã que significa "configuração" ou "padrão". De acordo com essa teoria, há seis factores principais que determinam como nós agrupamos coisas de acordo com a percepção visual.

Percepção visual:

Percepção visual, no sentido da psicologia e das ciências cognitivas é uma de várias formas de percepção associadas aos sentidos. É o produto final da visão consistindo na habilidade de detectar a luz e interpretar (ver) as consequências do estímulo luminoso, do ponto de vista estético e lógico.

Na estética, entende-se por percepção visual um conhecimento teórico, descritivo, relacionado à forma e suas expressões sensoriais. Um tipo de talento, uma característica desenvolvida como uma habilidade de um escultor ou pintor que diferencia os pontos relevantes e não-relevantes de sua obra. Para que depois de pronta - em uma análise mais detalhada - possa explicar os atributos ali contidos.

Artes visuais, função e mensagem:

A área da Arte Visual e Design é extremamente ampla. Abrange qualquer forma de representação visual, ou seja, cor e forma. Outras formas visuais dramáticas costumam ser incluídas em outras categorias, como teatro, música ou ópera, apesar de não existir fronteira rígida. É o caso da arte corporal e da arte iterativa ou mesmo do Cinema e do Vídeo-arte, inter alia.

As artes que normalmente lidam com a visão como o seu meio principal de apreciação costumam ser chamadas de artes visuais. Consideram-se artes visuais as seguintes: pintura, desenho, gravura,fotografia e cinema. Além dessas, são consideradas ainda como artes visuais: a escultura, a instalação, a arquitectura, a novela, o web design, a moda, a decoração e o paisagismo.



Mensagem:

A Mensagem é, no sentido geral, o objecto da comunicação. Dependendo do contexto, o termo pode se aplicar tanto ao conteúdo da informação quanto à sua forma de apresentação.

Na Teoria da Comunicação, uma mensagem é enviada de um emissor para um receptor. Abaixo há algumas definições comuns:

* Qualquer pensamento ou ideia expressada brevemente em um linguagem aberta ou secreta (código), preparada numa forma possível de transmissão por qualquer meio de comunicação.
* Uma quantidade arbitrária de informação cujos início e fim são definidos ou implicados.
* Informação de registo, uma corrente de dados expressados em uma linguagem aberta ou encriptada (notação) e preparada em um formato especificado para a transmissão pretendida por um sistema de telecomunicações.

Existem diversas formas de um emissor transmitir uma mensagem para o receptor. Porém, para que a transmissão dessa mensagem tenha sucesso, alguns cuidados devem ser adoptados. É primordial que o emissor conheça a "bagagem" cultural, ou mesmo a vivência, do seu receptor para que ele possa estudar a linguagem que será utilizada para passar a mensagem. Feito isso, a linguagem do emissor deve ter proximidade com a linguagem do receptor.
Elementos da comunicação visual:


Os elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos, e seu número é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a direcção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento. Por poucos que sejam, são a matéria-prima de toda informação visual em termos de opções e combinações selectivas. A estrutura da obra visual é a força que determina quais elementos visuais estão presentes, e com qual ênfase essa presença ocorre.
A utilização dos componentes visuais básicos como meio de conhecimento e compreensão tanto de categorias completas dos meios visuais quanto de obras individuais é um método excelente para explorar o sucesso potencial e consumado de sua expressão.

O ponto:

O ponto é a unidade de comunicação visual mais simples e irredutivelmente mínima.

Dois pontos são instrumentos úteis para medir o espaço no meio ambiente ou no desenvolvimento de qualquer tipo de projecto visual. Aprendemos cedo a utilizar o ponto como sistema de notação ideal, junto com a régua e outros instrumentos de medição, como o compasso.



A linha:

Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identifica-los individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha.

Nas artes visuais, a linha tem, por sua própria natureza, uma enorme energia. Nunca é estática; é o elemento visual inquieto e inquiridor do esboço. A linha é muito usada para descrever essa justaposição, tratando-se, nesse caso, de um procedimento artificial.

A linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma. Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo equilátero.



A cor:
A cor é um fenómeno óptico provocado pela acção de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A cor tem maiores afinidades com as emoções. A cor tem três dimensões que podem ser definidas e medidas.

Matiz ou croma, é a cor em si, e existe em número superior a cem.

Saturação, que é a pureza relativa de uma cor, do matiz ao cinza.

Luminosidade ou acromática, é o brilho relativo, do claro ao escuro, das gradações tonais ou de valor.



A textura:

A textura é o elemento visual que com frequência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tacto.

Todos os elementos visuais são capazes de se modificar e se definir uns aos outros. O processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de escala. No campo visual, seria a relação de dimensões entre duas ou mais formas.

Anatomia da mensagem visual:

Podemos verificar três tipos de mensagens visuais tais como o representacional, o abstracto e o simbólico. A mensagem visual representacional é tudo o que vemos em nossa volta e identificamos, ou seja, tudo o que verificamos do meio ambiente.A mensagem visual abstracta é a forma como interpretamos aquilo que observamos isto é, enfatizando os meios directos, emocionais da criação de uma mensagem. As visualizações simbólicas, são todos os símbolos criados pelo homem para codificar informações ou algo que se possa visualizar.Estes níveis de mensagens visuais estão interligados e sobrepõem-se embora distinguíveis, ambos têm um valor de táctica para a criação de mensagens e de qualidades no processo da visão.



Anatomia da mensagem visual:
Introdução ao alfabeto visual/carácter e conteúdo:



Nesta imagem encontra-se uma demonstração de um alfabeto visual.


Utilizamos e exploramos a linguagem e, dessa forma, o alfabeto e as suas letras, em diversas áreas do conhecimento, desde a Língua Portuguesa à Educação Visual.
Falamos de ortografia, sintaxe, gramática e muito mais, e todos nos orgulhamos da nossa muito praticada caligrafia.

Todos temos um tipo de escrita pessoal, mais ou menos legível, e contactamos diariamente com umas boas dezenas de tipos de letra, tanto em textos escritos à mão, como na imprensa, computador, televisão, etc. Na verdade são milhares, criados desde o aparecimento da escrita para satisfazer as mais variadas necessidades e, neste preciso momento, provavelmente alguém se prepara para lançar mais um tipo de letra, na esperança que outros decidam o utilizar para comunicar.

Existem vários elementos básicos de comunicação visual:

* Alfabeto visual
* Ponto
* Linha
* Signo, marca e sinal
* Superfície e textura
* Espaço
* Cores
* Proporção
* Luz, sombra e volume
* Perspectiva








MODULO 2 :